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Legadia
Memória Brasileira · IA
A arte brasileira no acervo Legadia

Do Barroco mineiro ao Modernismo de 22 — a arte brasileira contada pelos jornais.

Mais de três séculos de criação brasileira — de Aleijadinho e Gregório de Matos a Mário de Andrade e Villa-Lobos — em pintura, escultura, fotografia, música e literatura. Cada artista com obras icônicas, biografia e menções reais nos jornais que cobriam a cena cultural.

80 artistas·41 obras catalogadas·ver em grade →
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Capítulo 01 · 1600 — 1750

Barroco.

O Brasil ganha voz própria no barroco mineiro. Aleijadinho talha os doze profetas de Congonhas mesmo doente. Mestre Ataíde pinta tetos em Ouro Preto. Gregório de Matos cospe versos satíricos em Salvador — 'Boca do Inferno' contra a hipocrisia colonial. Padre Vieira lança seus sermões. Arte sacra, política e linguística, tudo amalgamado.

Capítulo 02 · 1750 — 1820

Arcadismo.

A Inconfidência Mineira reúne intelectuais como Cláudio Manuel da Costa, Tomás Antônio Gonzaga e Basílio da Gama. Poesia neoclássica, suave e bucólica — Marília de Dirceu — convive com a revolução abafada. Em 1816, chega a Missão Artística Francesa: Debret e os Taunay introduzem o academismo europeu no novo Império tropical.

Capítulo 06 · 1880 — 1920

Impressionismo.

Eliseu Visconti traz à Pinacoteca o que aprendeu em Paris — pinceladas soltas, luz capturada ao ar livre. Pinta o teto e a cortina do Theatro Municipal do Rio. Marc Ferrez fotografa a Baía de Guanabara com técnica revolucionária, criando o primeiro grande arquivo visual do Rio imperial.

Capítulo 07 · 1880 — 1920

Parnasianismo.

Olavo Bilac escreve o Hino à Bandeira e versos polidos que entrarão em todos os manuais escolares. Lima Barreto, do outro lado da elite carioca, denuncia a sociedade em Triste Fim de Policarpo Quaresma. Euclides da Cunha publica Os Sertões e funda o jornalismo literário brasileiro.

Capítulo 08 · 1900 — 1922

Pré-modernismo.

Monteiro Lobato lê uma exposição da pintora Anita Malfatti em 1917 e a destrói num jornal com o artigo Paranóia ou Mistificação? — provocação que acabaria gerando reação oposta à pretendida: a Semana de Arte Moderna de 1922. Lasar Segall, recém-chegado da Lituânia, já tinha exposto arte moderna em 1913. Algo estava prestes a quebrar.

A história continua

Cada artista tem uma página própria — com todas as menções nos jornais.

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