trabalhava Ames, em Paris, numa Via multos annos nada lhe vinha rar o passado, Não eta provavel «que alguma cola agora lho visse re- cordál-o. s ninguem, nesta vida, pode es- "Ames, de onde estava, olhou, de flo, o homem e reparou que elle
4 a caixa de ferrumentas que a se- In Bhor trazia. SIDA memaria vollava a Ames, a me- 01 BRdlda que elle reparava na plissiano- 0 DoBnta de Jensen. O homem tinha ra- ol eo Elle lembrava-se agora daquellas ã Dmios finas, daquela fronte salie
Era um cheque que Ames houvera dado a Jansen, Ames olhou para o cheque e love um sorriso amarelo, Senlin-se intimamente envergonhado; uquelie papel Lrazia-lhe à memoria a recordação de sua vida passa, de deshonestidades. Gerea de uma sema p
No taxi vinha um viajante, desti- nando-se À casa de um rico ameri- cano que acabava de ntugar, ahi perto, | cem Tores, uma residencia de caçadas. Bam cra o sem nome, — George Vinha contratado como mor= domo da residencia do milhonario, uma
eituação em que se achava, quando fóru surprehendido pelo desastre & pela morte. Logo tomou uma resolução. "Mordomo!" — exclamou. Bem poderia elle, exercer aquelle officio Dos papeis que acabára de examinar, não conhecia este, nem Hand conh
Os velhos coastellos da Europa, sem os seus funtasmas venerandos, não teriam roça menhuma, Ja asuita gente que só voe ver um velho cas telto na esperança de ver Bambem um fantasma. Om de saber naficias fres- ces a respeito do mesma, Um esem
Mb dada or | dinheiro p'ra 5 mem, que se chamava George Bland cão espirita, ficou damnada da vida. missa ou fazendo sos- [E perguntavam todos com uma ponti- inha de despeito: A crenulinha baixava os olhos e di- za modestamente: Até pouco te
| Dette un pensiero ! Dette una volontã | L'uomo, | | V'ansia del desidori | L'ardore della sper os bilhetes. Alé as coisas aquele ponto, Isto 6 até a polícia to- mar conhecimento do facto, Mas cnté ahi a historia é banal... O que la de cur