OCT LOGOS NOTES CONST SO (SAS Ra peidar E Não é possivel — e se o está,u Banco do Brasil, que só da sendo, não é de modo nenhúm toleravel — que o governo aban- done o Lloyd Brásileiro, sem de- fesa, às machinações: conjuga- das do Banco do
Dentro deste conceito, elle se- ria fatalmente, como foi, contra- rio & idéa de deixar o Lloyd Brasileiro ir à fallencia; e a pu- blicidade que se deu a essa idéa, attribuida a um dos proprios membros do governo, ""determi- nou, positivamen
São Paulo, 3 (Hnvos) — Che- gou hoje pelo Cruzetro do Sul, o embaixador portughez, sr. Mar- tinho Nobre de Mello, A' noite e s. presidiu a sessão inaugural da "Semana do Car ambos", teira no Banco do Brasil), em face de um activo de 550 mil
Como quer que seja, o facto é que-a divergendia existe; Existo e já deploravelmente contribuiu para ageravar a criso do Lloyd Brasileiro. Isto, porém, não jus- tílcs, nem, justificaria dé nenhu- mã fórma, que so entregue o Ltoyd Brasileiro
O chefe do governo provisorio assignou decreto, na pasta da Fa- zanda, estabelecendo que as mer- cadorias depositadas nos arma- zens dns Alfandegas e Mesas de Rendas ou das empresas explora- doras da serviços portuarios es- Fome fd E TA EA
Bm carro reservado ligado ao | rapido mineiro, regressou hon- j tem a Julz de Fóra, acompanha- to de sua familiu, o general Des- ichâmps Cavalcanti, commandante da 4* região militaçs Um reporter-amador acaba de Carta do director de CRETA GL
Aquello Inciso teve por objecti- vo resolver o problema eminente- mente local s particular de um Instituto fedaral, o Collegio Po dro TI, que, pela sua cóngrega- ção e pelos seus alumnos, julgou haver possibilidade, em face du nova comprehe
Bn, sim, um espirito de expori- mentação, Isto é, de estudo é ob- aervação sohre o que se foz eq ue rende o systema, porque nada póde progredir. nos dins de hoje, sem que se proceda, vigilante- monto, & verificação |constanto dos resultados
O ue foram os trabalhos des- sa commissão só o sabem o o avaliam os que a elles estava: presentes ou por qualquer modo directamento delles tiveram co- nhecimento. De princípio, logo uma grande difficuldade se do- parou e que não posso, nest
Não vou neste artigo apreciar essas modificações, apezar da tes rem sido de tal ordem que collo- caram em perlolitante situação os fins dn inatituição mas não. é meu intento fazer critica de obra feita ou difflcultar ao governo instituir ob
O chefe do governo provisorio fealgnou um decreto na pasta dn Viação decinrando a réscisãv do contrato celebrado com a Compa- nhia Ferroviaria Este Brasileiro, em virtude do decreto nm, 14,069, de 19 do fevereiro de 1920; deven- do ser apur
E' esse modo de proceder que explica situações como a que se oreou no selo da commissão que ora catá em jogo e que, Infoliz- mente, exemplifica todas as ou- tras que, sabendo não ser o seu trabalho e seu esforço aprovelta- dos, julgam melho
semana passada, conforme notl- clámos, em que, além do chefe do governo, tomaram parte o minis- tro da Viação, o da Fazenda, o da Mavinha e o director-presidente do Banco do Brasil, Ventilou-se a questão sob os seus multiplos umpectos, som
O chefe do governo provisorio por decreto acaignado na pasta da Viação, annullou ab-inío, para todos os effeitos, as clausulas 3º, 44, 61 6 65, in-fine, do contrato npprovado pelo decreto nm. 11,905, de 18 de janeiro de 1916, e cele- brado
te estão já autorizados a regres- ear À Bahia, Come. é publico, o Ministerio da Viação, in principlum é pela ado- pção de certas medidas com às quaes não concorda o Ministerio Ga Fazenda, Parece, todavia, que já se conseguiu um entendimento
— "Sou francamente partidario do vendedor uhlico,. composto de uma commissão míxta de usinei- vos e lavradores, segundo fol fel- to no anno passado, Nunca O vendedor unico no Rlo, conforino desojam alguna, assim como tam- bem o mercado deve
— "Não convém ao governo a solugião do caso isolado do Lioyá, como, ailás, tambem se manifos- tou o Ministério da Fazenda, mos de todas us nossas empresas do navegação. Para essa solução cu ordem geral, € claro que 0 Minis- terlo da Viação
Agradecemos & interferencia do sou jornal. Nelson Martins, lavra- dores Gabriel da Andrade Villela, Eurico Martins Ferreira, Dloy 1. Figueiredo Cortes, Joaquim Ola- vo dos Reis Junqueira, Avelino Soares Vieira, Aroldo dos Bantos Reis, J. Sa