Porque não ha motivo para que se a larme a população Do dr, Alborto de Paula Rodri- guos, inspootor dna Alimentação, recebemos a soguinto carta: "Br, rodnotor, -— "A proposito do vosso artigo de fundo, da edl- cão de 28 do novembro, sob o t
Em 1933, por occasião a Con- ferencia Nactonal do Protecção & Infancia, relntândo o thoma: "Normas Essénciaes para o Abas- tecimento do Leite Hyglenico ás Pequenas e Grandes Cldades", em collaboração com o actun] chefe dosServiço de Fiscali
Felizmente ninguem no Rio de Janeiro toma leite cró, não só porque sempre a Baude Publica condemnou, em siaás propagandas, essa prática, como porque a ri- queza da, chamada flora acidifl- cante normal do nosso leite, con- forme estudos relt
dade e em quantidade, Não & sô o pobre que luta com a carestia da vida, é o remediado o o rico que não se sabem alimentar. Mes- mo em melo operario, temos ve- rificnado homens que tomam re- feição insufficionte e-barata, de 1$200 e gastam a
Dr, Azevedo Amaral, 10) Conjun-| arg to regional Guanabara. Das 7,80 és 745 — Em allemão (s6 em ondas curtas) — 1) Explicação scbre & musica & ser irradiada, 2) "Tlo-tao do meu coração" de Walfrido Silva e Aloyr Vermelho, canto Nilcéa Lodi.
O PAGAMENTO ÀS EMPRESAS DE FIAÇÃO DE SEDA Relativamente & consulta so» bre a legalidade da abertura do credito especial de 438:128$500, autorizado pelo decreto legisla- tivo n, 70, de 16 de junho ulti- mo, destinado a attender no pa- gament
O commandante Miguelote Vi- anna, superintendente do Depar- tamento Policial Fluminense, baixou hontom as rigorosas e op- portunas inatrucções seguintes: "Attendondo a que o policia- mento nas pralas de banho aínda so recente de uma regulam
Naturaes — 4º e 6º anos — Os camarões — Os caranguejos. Mol- lubcos aquaticos e terrestres. A's b horas — Jornal dos professores: Noticas — Commentarios — Quars to de hora educativo" "Curso po- pular de literatura" pelo profes- gor Moyzés G
" CORREIO DA MANHA" 3 — CORREIO DOS ESTA- s DOS — Run Gonçalves: * Dias, 5 — RIO DE JA- É NEIRO" dencia de Ordem Politica .e Social, de vez quo tal fiscalização em nada poderá interessar nos pode- res publicos por se tratar de ne- gociantes
Abandonar o vehíonlo — P, 5451 — 15841 — 18899, Falts de Luz — Omn. 4". Fazer manobra em Jogar não per- mittido — C. 7184 — P, EL —= 8890 — 18505, SOCIBDADO UNIVENSTEANIA DE INTERCÂMBIO CULTURAL Fundada por um um nendamicos da direlin dA Un
Entre a numerosa assistencia, encontravam-se o general Nool, chefe da Missão Militar France: sa, o sr. Marzac, consul geral dk França, os ars Camillo Votlle- mier, J. Aubry, dra. Frankiin Bampalo e Renato Almeida, Char les Barrêne Bouglé, c
Clinica de creanças Dr. Dr. Agenor Mafra (Pratica hosp, Rio, Berlim e Paris), Chefe Amb, Creanças Cruz Verm, RB. Eesgroi ro bi As a às dis, Dis o sab Res! Prala org ao io: 82, — Tel,: 26-47-66. DR. MARIO KROEFF = Doo. clinica cirurgica da F
Longa pratica dos hospitaes da Allemanha. Trata pelos maias re- contes processos. HR. 13 de Mader 44-1º. Dias uteis, idas 16 ds 1 E D 15. — Tel. 27-2161, RAI » M eia o ra a da dê 6 Sidei: CASA DE SAUDE DR. ABILIO) 25, 20%, 6/0 204º Do MARTI
8 BOL. 7. 22-0867, Das 4 às 6, áia- DR. ALVARO CALDEIRA — Com pratica das principaes gt-| DR Ve oras — 3ºg, Gts, é sabba- Res.! R. Dr. Miguel Feitosa—Da 8, Casa— E. Froi Caneca, 117, 23-64-71, — Avenida Almirante Barroso, 11, = (das 3,48 6
Da Ao. de Medicina, — Fhyalos therapia -- Ralos X — R, Ros árigo Silva, 34-A-—Tel:; 22-7155, Ultra violeta — Electro-coagus lação, Edif. Odeon — Bala SI — 9", 4º q 6%, dam 4 ds 7 horas Olhos, garganta, nariz e. ouvidos Dr. Ranl David Sanson