O ea TR TERES E : O - hd DIRETOR DIMPTORGERENTO M. PAULO FILHO MARIO ALVES Redação o Oflcinus — Av, Gomes Freire, 81/83 Administração — Av Gomes Prelro, 81/88 REDATONONECE. =>" A A mm = o Ntímo COSTA REGO | RIO DE JANEIRO, DOMINGO, 6 DE ABR
minando que o governo so prepa- [ta em vigor, E multas outras lo- | muito hoje que a Ttalla tom um vado o pacto italo-yugoslavo, que rasso para deixar estu capital, em | culidndes do interior estão sob O argumento legal para não fr 4) estat
Todavia é de no acentuar o cul-| redundar em beneficio do agres- pis quo si com 0 papel | gado com que o atual chefe do go- | sor", As comunicações ferroviarias sudoéste, mas foram, avistado spo mantenedores dn ordem ou em | verno, general
A SITUAÇÃO DA ITALIA MILITAR E POLITICA- | Serão fechados os const MENTE EM FACE DE UM CONFLITO DA ALEMANHA COM A YUGOSLAVIA (De Ja W, Mason, especial para 0 "Gorrolo da Manhã"). Berlim, 6 (U, P.) — À nitunção entro a Alemunha e à Yugoslavi
Por outro lado, ne os britanicos o gregos se unirem nos yugosa- vos, como se dovo supôr, pari ve- eistir 4 agressão germanica, é provavel que não permitam é Ua- Va mantor-se à mnrgem do con fito. A ofensiva do flanco na frento albanesa pode
lidade naval yugoslava não sejn mar, O Mediterraneo estava "0- el idodem (a snvalao la digna do especial menção. Exts-| AGUARDA-SE UMA DECLA- noco de oleo, por a " ne , y Gio tem divisões d (PJ) — hos e na eua superficie Ma, que "a situação
va euror menbros do maivea | TRATADO DE NÃO-AGRES- cen mais ge acentuou, em faco das In- SÃO ENTRE A RUSSIA res io ato, 5 aee Come de arm f 6:] EA YUGOSLAVIA ppa a tape st tdi trt. Londtes, 5 — (U, P)) — O po ap or Enetaiel dos roendo read
"hoje pela prinféira yez pelos ti- | tamios Já" agora no mesmo nivel estreita amizade", | Póuco depois das dem horná da, E AR a APS a o film de Fecho odio DR minuto pera cosas batem-se vitorlosamente lar tulos identicos com que três or- de
Em todas as cldades e aldeias do pafs, o movimento militar é iden- tico av desta Capital. Póde-se at- zer que todos os homens validos se acham incorporados ás forças e que oq serviços auxiliares Já Rotativamente 4 Grecia, decll=|«ontam com
Bona, 5 Ca) Es o FE rop Notlola-se que 6 ea sagero", concitou a Yugpalavia & | conselho, general Simovie, torha "esclarecer" a sus posição sem À 4 é i: desclaréoer" a su posição sem ca pubica uma decheação tu-| À Grã-Bretanha se considera p
ginio Gnyda deu a entender que O 7 | as ei qu Bixo concederia à Yugostavia, uns | XSº tambem Belgrado; "Todavia — acrescentou à mes- pópcos isa para rep a. vas Ç y Os diplomatas alemães, como sej mo informante — o Exercito, & vrar-se de um
Mas — continuz o nusso Infor-| clan ansimam grandes proporções. A Ol- manto — As ilhas britanicas que | renalem constitus de fato uma espécia de - = | contrapeso, a sua capital, Bengasl, aban- eo oque com a in dounda primelramento peolom it
Londres, 5 (Routers) — (Por Harold King) — Os alemães nun- ca pediram 4 França para entro- gar a sua nemada, mes têm am- pliado a tal ponto a interpreta- ção da cooperação franco-alemã, consentida, que a linha separan- do a colaboração mili
tinuem dependendo do fator sorte, ou an- | alemães. nunca foram alvojados tos da malor ou menor vigilancia da frota | polaa baterias costeiras francesas, britantea, Uma hipótese que não se pode A atitudo da Grécia, reagindo contra | deixar
via, a Alemanha invadir o ter- do aid aa uia Pai O exercito ifallâno pode não ssa impressão, que se e , . riso nos ciroulos diplomaticos e receber ordem se Matador mesmo nos melos administrativos, contra a Yugoslavia tavo Intgo curso apenas
mos que so propõem a lMbertar mais do um milhão de prislonei- ros de guerra, reduzir as anexas ções do território francês e re jeitar ns entigas protensões fta- Vanas sobre Nice, 2 Corsega, Ty nis e a Somalia francesa. E' dificil compreende
Belgrado, 5 (Robert St, Sobn. da | ta no par dm situação o todas as | as cidades alemãs ee acham mul- | sarto na Albania, onde o Exérci- | ta de 505 homens, entre oficiais | rogatório, fo! novamente detido |" Grant", O recelo de mudanças ec