DIARIO CARIOCA — Domingo, 4 de Janeiro de 1942 E» & processos usados pelo na- + zismo e pelos seus sequares, na Europa ocupada, avultam pela monstruosidade, pela barbaria, pela falta de todo respelto & pessoa humana, O fuzilamen- to em mass
Na guerra passada os alemães fo- ram acusados das mesmas barbaridades. Transcreveram-se nos jornais as "ordens do dia" dos generais prussianos, conttN- do conceitos que atentavam contra tor dos os ditames da solidariedade humana, contra tod
Centro Polonês de Inrermações as () Nova York foi informado por fontes competentes, que as autoridades ale- mãs em "Ostland", a qual compreende & Polonia oriental, a Letonta, a Estonia e à Lituania, ordenaram que tada a população civil, mul
Levando em consideração tais tatos é que o Ministerio da Agricultura, por inter- medio de suas Estações Experimentais, vem realizando ensaios de adubação e produ= ção de sementes. Ensaio realizado no Pa- raná — em Curitiba — velo demonstrar
A determinação de tais zonas, quanto ao clima; a introdução de princípios té- cnicos essenciais a esse tipo de produção e a criação de variedades de altas qualida- des de produtividade, resistencia e doenças q adaptação ás exigencias do com
A resistencia da Inglaterra deu tempo a que a Alemanha se pensasse suflciente- mente forte para trair seu pacto de não agressão com a Russia e criar um novo "front". Deu tempo a que a opinião ame-. ricana se esclarecesse, graças Ros estforç
1 DO nd Antonio Bento O general wWavell fez ha dols dias um comentario muito expressivo sobre ss VaD- tagens obtidas pelo Japão, nas primeiras semanas da guerra no Extremo Orlente. "Os nossos inimigos — salientou o estra- tegista britanico
Sem a sua frota de batalha, o Jepao será, militarmente uma potencia liruidada. Pode conquistar as Filipinas, tomar as ilhas de Guan e Wake, chagar às portas de Singapura e ás frontelras da India, Nada disso lhe dará a vitoria final, que per