2 — 1º Cad, Jornal do Brasil, quarta-feira, 3-5-07 Londres, Paris (FP — UPI — JB) — O Primelro-Ministro Harold Wilson anunciou on- tem, peranto n Cimara dos Co- muns, que q Grã-Bretanha val solicitar novamente seu ingres- so no Merentio Com
O Primeiro-Ministro Harold Wilson conta com o apoio da grande maioria do Parlamento, A oposição conservadora, os Jl- borais e mn maloria dos traba- lhistas são favoráveis à nova tentativa da Grã-Bretanha pa- eu entrar na Comunidade Eco- nôm
Os seis países do Merendo Comum Europeu em conjunto Já foram q maior O total das exportações dos Estados Unidos atinge n 27 bilhões de dólares par ano e as importações 21 bilhões. O comércio externo da União Soviê- tica soria apenas de cére
mara dos Comuna, Wilson dis= se que «4 decisão de sem Go- vôrno em insistir po nemissão dn Girn-Bretanha no MCE fos tomada em consequência cos npoios recebidos de importa tes lideranças da Bélgica e Ho- Innda, "que encorajrraum q nos. sa et
A opinião geral dos observa- dores é que, se De Gaulle usar o poder de veto pela segunda vez, a possibilidade do ingres- so da Grã-Bretanha no Merca- «o Comum ficará bastante re- mota, Além disso, o veto pgaul- listr seria um desastre poltt
Autoridades brihâmnicas jul- tam que se esta é a túutica de De Gaulle, então Bareld Wil- son deve ter uma eetratégia para o longa prazo, É possivol une Wilson tenha considerado que De Gaulle tem 76 anos de idade e não podera durar Inde- fin
A primeiro dessas condições tém o propó- sito de salvaguardar os interêsses da Comuni- dade Britânica de Nações (Commonwealth) ]|- gadna à metrópole por laços económicos, e em especial Austrúlia e Canadá, que são os princi- pals abastecedor
Uma comunidade européia, no pensamen- to do trabalhismo britânico, será também ca- paz de fazer nlgo mais pelos países em via de desenvolvimento do que v que se faz até agora sepuradamente, Essa comunidade européia, m que Wilson ns- pira se