vA Imprensa e a opinlão publica cousagraram o sr. Armando de Sal- les Oliveira como candidato naclu nal, Esse tlulo, nascido do cousen- so popular, nessa grande e Insub- stitulvol Iptulção das massas, justl- ca-se por muitas razões. A prime
No Palacio do Cattete estiveram honlem em conferencia e despacha- «Fam com o presidente da Republica: os srs. Arthur de Bouza Costa, mi- nistro da Fazenda, e Agamemnon Magalhães, ministro do Trabalhe, Tambem conferenciaram com o chefe da na
POSTO A VETAR O RES-| Sla portugueza" contemporanea, PECTIVO. PROJECTO UMA| Crelo mesmo que o autor das CONFERENCIA COM O SR. | Tentações de Sam Frei GI" e do O sr. Manoel Duarte conferenciou, | hontem, com o sr Feltor Coret, governador do
amadurecendo e adquirindo realida- das profundas. : ""Pinhelro Exilado" 6 chela de uma simplicidade e do uma nobre ter- do nosso grande Portugal. Eugenio de Castro será possivelmente mais artista do que Antonio Corrêa d'Oliveira, Terá, talv
Depois do almoço, que teve a pre- sença, além dos seus secretarios, dns ses. Henrique Bayma e Pereira Ll- ma, o sr, Armando de Salles Oli- veira recebeu a visita do general João Gomes, ex-ministro da Guer- ra. que se demorou em cordial e an
pirito, o destino da nação portugue- za sempre se voltaram para os gran- des dasertos maritimos, por onde se estendeu e expandin q heroico e as- pero genio da grande raça & quem os fados concederam terras tão pou- cas para tão aspecos escjo
"0 ministro da Guerra decla- ra quo nenhuma representação lhe fol apresentada para ser transmittida a s, excin, o se nhor presidente da Republlen, como moticiaram Jjornnes da capital e do São Paulo, Ouvidos pelo ministro, os ge» nernes cuju
Vejamos o que aconteceu com os vetos do governador. A TFrenta Unica, solidaria com » comedia da dissidencia liberal, tendente a apra rentar falta de garantias para o fun- eclonamento da Assembléa, desinte- ressou-se dos trabalhos pariamenta
Não resisti, e, un ultima vez em que estive no Rio, agarrel pela gola do casuco o ministro da Fazenda, e o arrastel à ver o surprehendente espectaculo, Uma firma luso-brasi- leira, totalmente desajudada dos po- deres publicos, trabalhando c
minha consclencia de jurista e depu. indo? Não vacillel. Alnla uma vez prefori abster-me. Era o que eu vi- nha fasento desde que o meu Par- tido, mercê da orientação a que vem obedecendo nestes ultimos tempos "08. srs, Mauricio Cardoso e Jo
no caso da exportação Já victoriosa de tecidos brasileiros para diversos mercados do consumo estrangeiro, evidentemente deante de uma clr- cumstuncia, quo merece mais uma vez os nossos applausos e o incltn- mento da opinião publica nacional
Se fossem apenas brasliclrtos. os que assim opinassem acerca da obra realizada sobretudo pela firma Sea- bra & Cla, ainda poderia existir al- Euem que nos lnxasse de parcines. Não é outro, no emtanlo, o pensa- mento de um grande e respeitav
lecem premios A exportação de pro- ductos manufacturados, sobretudo da tecidos. O Brasil faz o contrario, Baixou uma legislação que não al» tende, antes colhibe, a iniciativa dus exportndores e dos industrines, Os dispositivos de lei, que t
Graças a Deus, o bom senso da nação soube em tempo reagir con- tra esses prophetas da Incapncida- dt brasileira para o industrialismo. Aqui, mão grado a inercla, a inconi- prehensão do papel das manufactu- ras, soubemos implantar um arca- h